top of page

A doença e o percurso até à cura.

Atualizado: 19 de jun.


mandala de pedras na areia

Quando nos deparamos com o diagnóstico de uma doença, o primeiro pensamento que nos surge é: como é que eu me posso curar? 


Queremos rapidamente silenciar o nosso corpo e voltar ao normal, ao que éramos. No entanto, a cura não é de todo um processo linear. Podemos até calar os sintomas, os exames revelarem que está tudo dentro do normal, mas se não tratarmos e equilibrarmos todas as nossas esferas (física, mental e espiritual) o desequilíbrio permanece, latente e silencioso, e o mais provável é que se manifeste novamente passado algum tempo.


Vejamos como exemplo, uma dor de cabeça crónica (em que os exames médicos - imagiológicos e analíticos, não revelam alterações). De que serve calarmos a dor física com analgésicos se o que nos provoca esta dor de cabeça é, por exemplo, stress elevado e uma má gestão das emoções? Neste caso, há que corrigir a origem, ver o que nos está a desequilibrar ou a causar stress - factores externos e internos - mas também ver a questão energética (existem dores de cabeça devidas a desequilíbrios no nosso campo electromagnético ou devido a “fissuras” nos nossos corpos energéticos). 


Tratar uma dor de cabeça crónica devido ao stress pode passar por uma mudança alimentar e aumento do consumo de água diário, ingestão de suplementos e plantas medicinais, aplicação de óleos essenciais para redução do stress; aprendizagem de técnicas de relaxamento diárias e realização regular de sessões de Cura Cósmica® para equilíbrio e limpeza energética. 

Somos seres multidimensionais, e por isso a cura deve passar por diversos níveis. 


Curar implica uma mudança. 

Curar implica aceitação. 

Curar implica querer ajustar a rota do nosso caminho.

Curar implica amor próprio.

Curar implica ir ao fundo de nós mesmos, conhecer as nossas sombras.

Curar implica aceitarmos a nossa vulnerabilidade.




No outro dia, ao reler os meus apontamentos da minha formação em Florais de Bach, deparei-me com um texto sobre o processo de cura ao qual acrescentei-lhe algumas reflexões minhas e que hoje partilho convosco:


  1. Ouve as mensagens do teu corpo. Sempre que tiveres um sintoma físico, reserva um tempo para tentares entender o que tens e por que o tens.

  2. Não reajas violentamente contra a doença, porque em última análise, será um ataque a ti mesmo.

  3. Participa ativamente do teu processo de cura, não fiques parado como um espectador, o caminho tem que ser percorrido por ti. Lembra-te que os medicamentos/suplementos ou plantas medicinais apenas activam o processo de cura no teu corpo, dando um “empurrão”  para que a capacidade de cura inata do organismo se ponha em acção.

  4. Não tentes mudar ou corrigir tudo de uma vez, tem calma, dá um passo de cada vez e consolida cada mudança que fizeres. 

  5. Não culpes os outros pelo teu processo.

  6. Ama e respeita o teu corpo, porque ele é o veículo da tua alma.

  7. Encara a tua doença como algo que te irá ensinar muitas coisas, e graças a ela, irás aprender verdadeiramente a valorizar a vida e os pequenos grandes momentos. Tudo pode ser uma conquista. Todos os dias são especiais.

  8. Agradece tudo de bom que te acontece e sê grato por tudo o que vivencias. 

  9. Liberta-te do ressentimento e da raiva em relação à doença, aos outros e a ti mesmo.

  10. Lembra-te de que a doença em si é complexa, portanto é provável que a cura também o seja. Faz de cada um dos teus dias mais um dia de cura.

  11. Usa todos os recursos possíveis para recuperares a tua saúde, sem no entanto te tornares um “escravo” deles.

  12. Ama-te. Sem amor próprio nada disto é possível. Apenas através do amor - a nós próprios, e à vida - é possível caminhar até à cura.




A cura não é um processo linear. Por vezes queremos muito alcançar a cura, no entanto não estamos dispostos a alterar certos padrões ou então nem conseguimos alterá-los.. E por vezes, é o nosso corpo que "teima" em não colaborar.


A cura tem contornos extremamente complexos.

A cura é tão simples para uns e tão difícil para outros.

A cura não depende inteiramente de nós, mas somos responsáveis por uma grande parte .

Façamos então cada dia que passa, mais um dia no nosso processo de cura, mais um dia no caminho que temos que percorrer até alcançarmos o nosso equilibrio.








0 comentário

Comentarios

Obtuvo 0 de 5 estrellas.
Aún no hay calificaciones

Agrega una calificación
bottom of page